terça-feira, 13 de agosto de 2013

Japão: Apesar de toda tecnologia disponível, Fukushima sofre

Operação CONDOR: Novos Documentos

Documentos revelam laços entre Itamaraty e Operação Condor

HIROXIMA: 68 Anos - Não dá pra esquecer

Por que os americanos bombardearam Hiroxima se a guerra já estava ganha?
Paulo Nogueira 6 de agosto de 2013 -  diário do centro do mundo
Os japoneses pagaram o preço da rivalidade entre Estados Unidos e Rússia.
Depois da bomba
Depois da bomba
São 68 anos, hoje(06.08), da Bomba de Hiroxima.
Recomendo um pequeno grande livro. Chama-se exatamente Hiroxima, e foi escrito por Lawrence Yep.
Todo mundo deveria ler. Não me consta que esse livrinho – no tamanho — tenha sido editado no Brasil.
É uma pena.
São 50 páginas que contam o horror provocado pelos americanos ao tomar a decisão cruel, absurda de destruir uma cidade inteira com suas crianças, velhos, mulheres.
A guerra já estava ganha. Hitler já se matara.
Por que os americanos fizeram uma coisa tão monstruosa? Uma retaliação ao ataque de Peal Harbour pelos japoneses não faz sentido.
Pearl Harbour era uma base naval. Não uma cidade. Seria como responder com um tiro a quem mandou um email malcriado para você.
Desproporção total.
O que os americanos queriam era evitar que os russos, que tinham batido os alemães e definido o destino da guerra, se sentissem fortes demais.
A bomba atômica foi um fator intimidador usado pelos Estados Unidos contra, sobretudo, a Rússia às vésperas da inevitável Guerra Fria.
Mas a que preço para Hiroxima.
O livrinho mostra que os habitantes da cidade achavam que até ali Hiroxima tinha sido poupada de bombas pelos americanos porque era bonita.
Mostra também a perplexidade do piloto do Enola Gay, o avião do qual foi jogada a bomba, ao ver depois as consequências. “O que fizemos?”, ele se pergunta.
A resposta é óbvia. Fizeram uma chacina.
A bomba ao cair espalhou um fogo intenso num raio longo. Milhares de pessoas foram imediatamente carbonizadas. Muitas outras morreram afogadas ao se atirar num rio para fugir do fogo.
Era o começo de um dia. As crianças estavam indo para as escolas.
O livrinho mostra também uma ‘Donzela de Hiroxima’. Assim foram chamadas mulheres jovens desfiguradas pela bomba. Para elas se perdeu a possibilidade de atrair marido.
Algumas foram para o país que as destruiu, os Estados Unidos, fazer plásticas. Cirurgiões plásticos americanos se dispuseram a operar de graça.
Uma delas morreu na cirurgia. Suas cinzas retornaram a Hiroxima numa caixinha, levadas pelas conterrâneas no retorno à cidade devastada.
O livrinho também é um lembrete dos crimes de guerra sistematicamente cometidos pelos Estados Unidos. Com a impunidade de quem se julga dono do mundo.
Não.
Não é à toa que são tão odiados.


Pacto Empresarial pela Integridade-Instituto ETHOS


A ética da jabuticaba: Siemens e Alstom patrocinam o Ethos

12 de de 2013 | 17:17- TIJOLAÇO
O nosso país não é uma maravilha…A Siemens e a Alstom, duas campeãs mundiais no pagamento de suborno (clique aqui e aqui para ver o currículo global de suborno de cada uma) patrocinam, no Brasil, ninguém menos que o Instituto Ethos, uma organização que tem como objetivo, diz ela, combater “a utilização do tráfico de influência e o oferecimento ou o recebimento de suborno o...

Veríssimo: Entrevista à Rede TV

A entrevista de Veríssimo: inteligência é sempre uma grande voz

12 de Aug de 2013 | 23:56 - TIJOLAÇO
Como prometemos ontem, reproduzimos abaixo as três partes da entrevista de Luís Fernando Veríssimo a Kennedy Alencar, na RedeTV.
Mesmo ainda um pouco debilitado pelos problemas de saúde que teve, no final do ano passado, Veríssimo tempera no ritmo das pausas uma fala que, sem ser ousada, é cativante.
Afinal, não deixa de ser carinhosamente reverente essa atitude ante um homem que, à parte seu imenso talento como cronista, era alguém que tinha a coragem de questionar, com um firme bom-humor, a ofensiva neoliberal nos anos 90, quando não tínhamos essa maravilha da internet para apontar os absurdos que faziam ao nosso país.
Veríssimo, aos domingos, no velho JB, soava dissonante do coro unânime da mídia do partido único.
Na primeira parte, reminiscências de sua formação e da carreira. Na segunda, uma avaliação da política e dos governos. Na terceira, o que ele vê no cenário brasileiro para as próximas eleições.

Humanidade e inteligência, com uma humilde timidez, fazem dele sempre um prazer de ler e de ouvir, como nessa rara entrevista.
..

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

PROPINA DA Siemens

Dos US$ 3 bi de propina da Siemens, quanto levaram aqui?

12 de de 2013 | 09:45
O Estadão publica hoje uma estimativa, com base nos dados de processo judicial na Suíça, de que a Siemens e a Alstom distribuíram perto de R$ 3 bilhões em propinas a governantes e dirigentes públicos com os quais fazia negócios. Considerando que a do Brasil é o maior negócio da multinacional alemã na América Latina e um dos mais lucrativos do mundo para a empresa, dá para ter uma ideia...

Aumentam os Suicídios na Europa...

Sócrates, Platão, Plotino e muitos outros filósofos analisaram o tema do suicídio ao longo dos séculos. A maioria o condena, como o judaísmo e o cristianismo.

Para Santo Augustinho “o que mata a si mesmo é um homicida”. Os epicúreos opinaram que a falta de sofrimento é o bem supremo e justificaram o ato quando a existência, em vez de alegrar, se converte em uma causa de aflição.

Os estoicos pensavam que era um tema grave a tratar com circunspecção e, em efeito, é muito difícil desentranhar as razões pelas quais alguém se tira a vida. Nunca é uma só. Cabe dizer que as circunstâncias exteriores exercem um papel maior ou menor, algumas vezes decisivo.

No dia 1° de outubro se comemora o dia europeu contra a depressão. Entre os habitantes do Velho Continente, “imersos nesta situação de crise econômica e a prevalência do estresse por trabalho, os problemas da depressão e os suicídios estão experimentando um notável aumento”, afirmou a Associação Europeia sobre a Depressão. Por sua vez, a Organização Mundial da Saúde (OMS) “alertou que o suicídio… constitui uma das três principais causas de morte entre as pessoas de 15 a 44 de idade” (www.infocop.es, 11012). O suicídio de pessoas despejadas de suas casas porque não podem pagar a hipoteca é um fato notório na Espanha.